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GALERIA
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Tudo teve início em 2003, as aulas de dança acrobática aérea eram desenvolvidas à sombra da “mangueira”, na área onde hoje é a Arte Educação, conduzidas pelos professores Fredson Vilarinho Wolkweis e Júlio Alves Rodrigues, sob responsabilidade da Coordenação da Área de Dança.

Haviam poucas turmas, era tudo muito novo e difícil. As aulas aconteciam no período da noite durante dois dias na semana, com um tecido amarrado em um dos galhos mais firmes da árvore e os alunos faziam a parte de alongamento e aquecimento no cimento!

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Quando chovia, tudo era transferido para o corredor da Escola,

instalando os tecidos nas vigas de sustentação do teto.

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No segundo semestre de 2003, Júlio passou a integrar a equipe de professores do Basileu França. Aos poucos, devido ao crescente interesse pelas aulas das modalidades aéreas, e a partir da mobilização dos professores, houveram algumas mudanças e as coisas começavam a melhorar. Nessa época a Diretora Geral, Sônia Maria de Araújo, em busca de melhorias em relação à segurança e qualidade do trabalho desenvolvido, foi possível forrar o espaço com uma lona plástica. Após algum tempo, conseguiram comprar mais 03 tecidos novos e uma passadeira (colchão comprido para exercícios de 5X1m e com 10 cm de altura).

A partir de então, haviam turmas de manhã, tarde e noite, organizando uma grade de horários que começou a tomar corpo para virar um curso independente. Nesse mesmo ano, a área de Dança iria se apresentar no Teatro Goiânia, como de costume, e convidaram o Circo para apresentar um número também. A reação foi de euforia total, pois seria a primeira grande apresentação do Circo fora da Escola. Foi mágico, o público ficou surpreso!

Em 2004, no decorrer do ano, mais turmas, com mais alunos, começaram a surgir. Praticamente terminava uma aula e começava outra, tinha aluno que queria se inscrever em duas ou três aulas, mas não era possível.

Após tantas reuniões, diálogos e pedidos, enfim, os colchões “gordos” foram comprados. O professor Júlio fez os orçamentos, buscou, cortou, colou e mandou fazer as capas, tudo com a ajuda dos alunos. Daí para frente a área de Circo só cresceu.

No final de 2006 foi adquirida a 1ª lona do Circo, comprada da Família TEMPERANI (4ª geração da família circense), de Anápolis, medindo 23X16 metros, uma lona bem antiga e usada, mas que representava a força do circo. Ela foi instalada no local onde se encontra atualmente, ganhando tanto visibilidade quanto responsabilidade. Uma época muito marcante para o Circo no Basileu França.

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Passado um tempo, deu-se início à reforma dos prédios da Escola e a lona teve que ser retirada para dar passagem aos caminhões que estavam ajudando na execução da obra. Para que os alunos não ficassem sem aulas nesse período, as atividades foram transferidas para um ginásio da Paróquia São Francisco de Assis que ficava perto da Escola, havia banheiros e amplo espaço. Foram dias de mudança, carregando e montando equipamentos e materiais. Neste ano, o espetáculo de encerramento foi realizado no próprio ginásio.

Após o término da construção, montaram a lona novamente.

A “loninha”, mesmo precária foi usada nos anos seguintes e os espetáculos de fim de ano sempre aconteciam de baixo dela. O espaço do Circo também passou a ser utilizado para dar suporte e apoio a outros artistas, festivais, palestras, eventos culturais, etc.

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Em 2009, uma nova lona foi montada e além de Júlio, haviam sido contratados mais dois professores, Débora di Sá e Diogo Aguiar. Depois de um tempo, vieram também os professores Jonathan Sena, Hélcio Caetano, Jairo Molina entre outros. Aumentando o número de modalidades circenses: ginástica acrobática, tecido, trapézio, lira e malabares.

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Nessa época, surgiu também o curso de palhaçaria, encabeçado pelo professor Júlio, que também era o Coordenador da Área de Circo. A partir de então, as aulas podiam ser realizadas em uma sala nova, que o Circo também ganhou com a reforma do espaço. Além disso, a área foi contemplada com um novo depósito para guardar os equipamentos.

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No dia 31 de agosto de 2011 foi realizada, enfim, a festa de inauguração da primeira Escola Estadual de Circo, contando com a presença de figuras ilustres das artes e da política do Estado, incluindo o governador, à época, Marconi Perillo.

Em 2013, Mônica Poli, professora de Circo e Teatro da Arte Educação, assume a Coordenação dos cursos de Artes Circenses. O Circo Basileu França cresceu e evoluiu consideravelmente, ganhando ainda mais notoriedade!

Na gestão da Mônica, através da contemplação de editais de incentivo à cultura e outros recursos, inclusive de empresas privadas, o circo pôde ser equipado e melhor estruturado. Além disso, houve a contratação de novos professores, como Rafael Eckert, Lua Barreto, Zyza Gleybe, Marcelo Marques, Saracura entre outros.

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Assim, teve início um novo momento da história do Circo Basileu França, mais organizado pedagogicamente e estruturalmente mais completo, expandindo suas ações, inclusive para fora da Escola. Os espetáculos de fim de ano passaram a acontecer no Teatro-Escola, criando a oportunidade dos alunos do circo conhecerem diferentes espaços cênicos. Iniciou-se também o que hoje é um dos nossos eventos mais especiais: a quadrilha acrobática.

Desde então, muito foi feito em termos de produção artística e formativa, diferencial que possibilitou mais visibilidade para o Circo Basileu França, tanto por parte das outras áreas da Escola, quanto por parte da sociedade em geral.

Em 2016, Larissa de Paula assume a coordenação do Circo, contando com a ajuda imprescindível de Saracura do Brejo, com quem dividia informalmente a coordenação, ela era responsável pela parte pedagógica e burocrática, enquanto ele era responsável pelos assuntos referentes à lona, estrutura e equipamentos.

Em janeiro de 2017, mais um sonho pôde ser concretizado no Circo: a troca da Lona por uma maior, mais alta e ainda mais bonita, adquirida por meio da verba de um programa do Estado (denominado hoje de Proafep – Programa Estadual de Apoio Financeiro à Educação Profissional).

Junto com a nova lona, graças à ajuda coletiva, foi possível também obter melhorias para a estrutura do espaço. Para deixar o ambiente mais fresco, agradável e sustentável, além de resolver a questão da drenagem da água, foi colocada grama no terreno do Circo e criado um lindo jardim. A parte elétrica também foi reestruturada, ficando mais segura e prática

.

Passados alguns anos, em 2019, Radarani Oliveira passou a coordenar a área. A profissional contribuiu com todo seu conhecimento por um período de aproximadamente 1 ano.

 

Nesta época, uma grande conquista para o circo, foi o reconhecimento do curso de Habilitação Técnica de Nível Médio em Circo, segundo curso técnico de formação profissional em circo com diploma reconhecido no Brasil, neste caso, vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento e Inovação do Governo do Estado de Goiás.

Em setembro de 2020, Rodrigo Mallet Duprat assume a Coordenação de Circo do Basileu França, um desafio em plena pandemia causada pelo Corona Vírus, no qual os cursos presenciais, passaram a ser ministrados em sistema remoto e online.

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Nessa nova gestão o grande projeto é alinhar as propostas pedagógicas dos diferentes cursos em andamento, Cursos Livres e de Capacitação, Cursos de Formação Inicial e Continuada, Curso Técnico e o Corpo Circense. Além da aquisição de novos equipamentos e da construção de novas salas, ampliando o atendimento aos alunos e comunidade, buscando a excelência na formação artística.

INSTALAÇÕES

As aulas do circo acontecem sumariamente na Lona (16x23m), localizada nas dependências da EFG Basileu França. Anexas ao espaço da lona ficam outras 03 salas de apoio: 02 salas de depósito para armazenamento de equipamentos circenses diversos e 01 sala/camarim, onde ficam armazenados os figurinos de uso coletivo, servindo também de camarim para os artistas em dias de espetáculo.